De muito...muito longe
O vento suave... lentamentePassa ao meu convento
Onde vive o silêncio como monge
Rodopia muito serenamente
Para dizer que não é vendaval
Neste convento não existe o mal
É rodeado de pura beleza
E continuando a soprar
suavemente
Me diz em surdina :
Quero levar qualquer tristeza
Que ainda possa existir
No teu coração...na tua mente
Vou embalar-te para te ver sorrir
E o vento em viagem continuou
Minha alma mais alegre ficou
Há paz a jorrar dentro e mim
Quero muito semear flores
Quero ver almas como este jardim
Por onde possam passear amores
Quero ser uma nova caminhante
Quero olhar o belo em contemplação
Quero ter mais fé...ser mais confiante
Para alegrar o mais triste coraçãoQuero espalhar o bem a toda
a humanidade
De alma e coração aberto... perdoador
Quero unir-me em gratidão e lealdade
Quero abraçar o mundo
com o mais puro AMOR
AMOR, Novembro, 2019
Luz Violante

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