JANELA DO TEMPO
Sempre que venho a tiAo meu ninho onde nasciEu abro a janela do tempoPara arejar meu pensamentoContemplar uma paisagem sem fimSaborear o belo que vivi...Porque sempre que venho aqui...Há primaveras que florescem em mim,Um sol que atravessa a distanciaE há carrosséis de lembrançasQue mantem viva a minha infância.Assim... sempre me vejo meninaA correr, saltitar, colher floresRespirar tão doces odoresDas brincadeiras bordadas de mil cores.Depois subir um pouco mais adianteParar no encanto da juventudePara sentir borboletas a dançarDuma forma mágica... palpitanteOnde aprendi a voar...a sonharE amar... amar em plenitude !...Sempre que venho a ti
Revivo um diluvio de histórias
Onde vivem e cantam sentimentos
Que me abraçam e me prendem
A esta janela do tempo
Cumeira, 30 , 9, 2025Luz Violante

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