MÁ LÍNGUA
Dedo sempre pronto a apontar
Os defeitos de qualquer irmão
Dentes afiados a mastigar
Como se os erros fossem pão.
Ouvidos abertos á escuta
De falhas, dalguma imperfeição
Línguas perversas em disputas
Pela critica da incompreensão
Assim se vão tecendo comentários
E conversas más, destrutivas
E o dedo apontado a temas vários
Agredindo almas de forças vivas
Tudo serve para desvirtuar
A igreja, o padre, o sacristão
E nos pântanos afundar
A melhor reputação
Pés de barro, vendas nos olhos
Que nos impede de ver o brilho da luz
Olhos turvos, opacos, só vêem abrolhos
Quando se não tem o olhar de Jesus
Amor, 16, 6, 2008
Maria da Luz Violante
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